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sábado, 27 de junho de 2026

SOBERANIA DO POVO... E...(3)

 ...AS NOTICIAS DE VALONGO  ANTIGAMENTE

Em 27 de agosto de 1927

ACESSOS AO APEADEIRO DE VALONGO

    De acordo com o que anteriormente foi escrito, continuamos a mostrar as notícias da freguesia de Valongo do Vouga, publicadas no semanário «Soberania do Povo». A que a seguir se apresenta está datada de 15 de agosto de 1927 e viu a sua publicação confirmada no número do dia 27 daquele més.
     A  redação deixa perceber nitidamente qual era o estado da estrada de acesso ao apeadeiro de Valongo do Vouga, acentuado pela expressão pitoresca e popular que brevemente se podia passar a «pé enxuto». Imagine-se como seria até aí. 
  Que condições oferecia a estrada, utilizada pelas poucas pessoas e o diminuto trânsito ao tempo para passar do Outeiro para a Santa Rita, onde aquela infraestrutura se situa?
    O corpo da notícia está ainda composta com outros acontecimentos. Mas estes estão em texto corrente não tendo sido entre si feita qualquer ressalva ou destaque com um título adequado. Situações e coisas que a evolução se encarregou de corrigir...




(A digitalização não está nas melhores condições mas admite-se ser possível a sua leitura)




sábado, 6 de junho de 2026

SOBERANIA DO POVO - E AS NOTICIAS... (1)

 ...DE VALONGO ANTIGAMENTE 

- UMA PEQUENA EXPLICAÇÃO:

Vista panorâmica com base no Pinheiro Manso-Pedrozelo

    Admitimos ser necessária a explicação que se segue para justificar os títulos que encimam este apontamento - e outros que contamos trazer aqui, por neles se encontrarem algumas curiosidades e até alguma história. 
     As notícias de Valongo, com uma antiguidade na porta dos 100 anos, eram presença normal e assídua no semanário SOBERANIA DO POVO - que ainda é o único e mais antigo semanário que se publica no concelho de Águeda - e no país - que está a caminho dos 150 anos ininterruptos, é, como dizia o ex-diretor e particular amigo Celestino Viegas, a «Torre do Tombo» de Águeda». Nele podemos consultar as mais variadas curiosidades que outrora foram notícia. E hoje já fazem, nalguns casos, autêntica história.
    Temos, nos nossos arquivos informáticos, vários ficheiros com notícias de Valongo do Vouga, do princípio do séc. XX que foram, na sua maioria, redigidas por  António Rosa da Silva Magalhães, que por nós foi destacado com uma biografia em janeiro de 2017, com o título "António Magalhães - ENCENADOR, POETA E LAVRADOR (1896 - 1986)" .
      Com a autorização concedida pelos responsáveis de então daquele jornal, obtivemos digitalizações de muitas dessas notícias, que apresentam factos, acontecimentos e outras facetas curiosas, destacando-se a forma como eram redigidas, próprio da época e da grafia vigente e com um tratamento completamente diferente das regras atuais utilizadas no jornalismo. 
   Propomo-nos trazer até aqui algumas dessas digitalizações, crentes que irão proporcionar algumas curiosidades... Assim o esperamos. Uma particularidade inicial reside no facto destas digitalizações se encontrarem - como se referiu - no patamar de um século após a sua publicação. Eis uma delas publicada em 16/7/1927, datada em Brunhido em 7/7/1927.



domingo, 22 de fevereiro de 2026

HISTÓRIA DA MINHA TERRA - 6

QUINTA D'AGUIEIRA 

A HISTÓRIA E OS VINHOS - 2


       Voltámos a calcorrear, que é como quem diz: retornamos à pesquisa dos ficheiros digitalizados da "Soberania do Povo" e lá encontrámos mais uma publicação, no seu número de 6 de dezembro de 1930, dando conta da distinção atribuída aos vinhos da Quinta d'Aguieira, no Rio de Janeiro - Brasil.
    Esta notícia é apresentada  no Jornal de Notícias do Porto e da sua leitura é confirmado o conceito da qualidade e prestígio que os vinhos produzidos nesta Quinta mereciam, por parte de conceituadas Instituições.
  Na década de cinquenta, séc. XX, tivemos o privilégio de assistir «in loco» aos preparativos da organização de remessas de vinho para aquele país irmão (como é apanágio dizer-se).
   Deixamos a digitalização obtida do semanário citado que, espera-se, possa ser legível.
  
   
   Por nos ser permitido um acompanhamento da atividade comercial da Quinta, sabemos que os seus vinhos eram exportados para o Brasil, como fica explícito, como para outras partes do mundo, principalmente para os antigos territórios ultramarinos de África e não só.
    Fica neste apontamento mais um pequeno pormenor da história desta mais que centenária Quinta d'Aguieira, a juntar a tantas outras «estórias» que abundam e por aí andam dispersas.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

HISTÓRIA DA MINHA TERRA - 4


O VOUGUINH A
RAMAL  DE  AVEIRO  - SERNADA

   As notas e os factos históricos de que se revestem os mais ou menos 34,6 Km de linha férrea que ligam a Veneza de Portugal (Aveiro) a Sernada do Vouga, são não só abundantes como também já se encontram a proporcionar um naco de história que tem sido tratada como as circunstâncias o recomendam e aconselham, pelos mais de cem anos desde a sua inauguração.
   Sabemos os meios de comunicação que eram usados pelos povos de antanho. Desde os cursos de água que permitissem navegação, sendo o rio um deles e é de enaltecer o que representava para tais populações, por exemplo, além de outros, o rio Vouga.
  Também será de relembrar que, por terra, essas comunicações sofreram uma evolução acentuada, que obtiveram uma forte implantação entre nós das conhecidas vias romanas, dando um salto gigantesco com a abertura e construção de outras vias, como as estradas em Macadame, que se tratava de um piso implantado e desenvolvido por um engenheiro escocês, cerca do ano de 1820, de seu nome John Loudon McAdam
    Além destes meios de comunicações, o homem espraiou-se também pelo mar e pelo ar. Não será desmerecido referir ainda as comunicações várias que se procuraram sempre através de outros meios que vão desde o balão, ao avião (Aeronáutica), à ondas magnéticas (rádio), ao telefone - com os agora mais que moderníssimos telemóveis - até que chegamos ao computador e à INTERNET!!!
    Quem diria!!!

  Mas voltemos ao nosso "Vouguinha" e às recordações que o mesmo já nos proporciona.     Sabe-se que foi aprovada a sua construção em Fevereiro de 1909 e a inauguração verificou-se em 8 de setembro de 1911. Tudo isto para chegarmos a Valongo do Vouga.

    Com efeito, uma notícia dimanada do histórico lugar de Brunhido deste freguesia, da autoria de António Rosa da Silva Magalhães, publicada no semanário "Soberania do Povo"
com data de 7/7/1927, dizia que "inaugurou-se hoje, 6, a paragem dos comboios em Vallongo, apeadeiro do Vale do Vouga, queimando-se à sua paragem muito fogo." 

   A redação deixa perceber que após a inauguração em 1911 o comboio não devia parar em nenhum outro local da freguesia de Valongo do Vouga, a não ser a partir de 6 de Julho de 1927. Naquele local, segundo rezam as histórias que passaram de boca em boca, chegou a ser perspetivada a implantação de uma estação,  que seria conhecida por Valongo do Vouga, que naquele tempo passava por uma forte evolução comercial e industrial.

    A propósito, será ainda de referir uma outra versão que corria sobe a Linha do Norte, que parece estava prevista a sua construção, a partir de Oliveira do Bairro, por Águeda e, daqui, para o Porto. Ainda segundo aquela  versão, havia um tremendo despique entre duas figuras fluentes de então - José Estêvão, por Aveiro e Manuel Homem de Melo da Câmara (1º Conde de Águeda), por Águeda. Venceu José Estêvão, como chegámos a ler algures.

    Estes uns nacos de história que nos suscitaram aquelas datas relacionadas com o histórico mais que centenário caminho de ferro de bitola estreita ainda a circular em Portugal.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

IMAGENS DA MINHA TERRA - 7

O GODINHO










 
   Existem na freguesia de Valongo do Vouga sítios pitorescos, alguns deles recheados de alguma história.
 
 Nos limites de Arrancada do Vouga situa-se o conhecido  "GODINHO" que justifica figurar numa lista da toponímia local.     
 Há já uns anos atrás fomos até lá, mais 'vestidos' de exploradores e curiosos do que com outro objetivo. E fomos acompanhados por um grande companheiro das mesmas costelas e que, como se sabe, tem sempre consigo o melhor das disposições que tornam qualquer iniciativa numa alegre galhofada. O companheiro aqui referido  foi o Joaquim de Matos Branco... e a foto não deixa mentir...




Numa primária exploração do local, além de encontrarmos alguns vestígios que confirmam a presença regular de pessoas, a placa que encima a cobertura e que, como se confirma na imagem que ali foi obtida, convida os eventuais visitantes a terem uma postura de boa disposição 'pedindo': SORRIA - ESTÁ NO GODINHO
  Agora não podemos confirmar se houve ou não sorrisos. O que sabemos é que nos sentimos bem com a calma encontrada e sentida em ambiente propício que nos transmitia. Ficam, para confirmar, as duas imagens que trouxemos "arquivadas" na nossa máquina fotográfica. E é motivo para comentar: "para o que vos deu"... 

Esta coisa não podia fechar sem outras imagens daquele local. Para isso aqui ficam mais algumas curiosidades do que se pode comparar com as .... ruínas de Pompeia... que não estão no .... Cabo do Mundo....


        

domingo, 11 de janeiro de 2026

NOTÁVEIS DA MINHA TERRA - 11

 O GRANDE CAÇADOR DO CONCELHO DE ÁGUEDA


Numa linguagem popular, tanto mexemos que encontramos sempre alguma coisa...

E desta feita encontramos uma notícia publicada no semanário "Soberania do Povo", publicada em 1 de Junho de 1929, de que se deixa a sua digitalização.
Aliás, a notícia é acompanhada de outros apontamentos noticiosos que foram da autoria do Valonguense, António Rosa da Silva Magalhães, na altura o correspondente daquele que é o mais antigo semanário do País. Mas o destaque e a originalidade vai todo inteirinho para uma Notável figura que foi o Sr. Manuel Ferreira Rachinhas, residente no lugar de Aguieira, que além da carreira profissional nas funções de carteiro dos CTT em Aguada de Cima, como se conhece, foi considerado um exímio caçador no concelho de Águeda. Como, aliás, a notícia o refere e exalta.

Transcrevemos a parte que nos interessa desta notícia, que por aqui já foi destacada em devido tempo, e diz assim:

'O Sr. Manuel Rachinhas, de Aguieira, é o caçador de maior vocação do concelho, o mais legítimo rival do velho Dr. Jaime.
Conseguiu agarrar, a semana passada, em noites sucessivas, 3 interessantes raposas novas, e já ameaçou de morte as próprias mães, as quais teimam em dizimar a capoeira e coelheira do sr. Aires na Carvalhosa, a quem só numa noite mataram 15 coelhos e 2 galinhas. Merece uma condecoração da Comissão Venatória!'

Ao que parece a Comissão Venatória terá ignorado o feito do sr. Manuel Rachinhas...
 



sábado, 10 de janeiro de 2026

COISAS DE BAÚS - 10

O LUGAR D' AGUIEIRA 
NA FREGUESIA DE VALONGO DO VOUGA

  A  freguesia de Valongo do Vouga, já aqui salientamos por várias vezes, é um território de caraterísticas próprias, das quais apontamos algumas que a distinguem  de todas as restantes freguesias do concelho de Águeda, destacando apenas as seguintes:

- A área de 43,20 km2 de superfície que a coloca na maior freguesia deste concelho a que pertencemos; 

- O número de lugares que aquela área comporta, completamente independentes entre si;

- A densidade populacional, com maior número de habitantes entre as freguesias rurais;

  Andávamos por aqui a desfolhar papeis amarelecidos pelo tempo, quando sobre o lugar de Aguieira encontramos um pormenor relacionado com a sua história medieval e que apontava um fator curioso que dizia respeito ao seu orago - S. Miguel - que é venerado pelo povo do lugar com festividade no primeiro domingo do mês de setembro.

Era dito que a capela foi "transferida" do lugar da Aldeia - que era conhecido por "Arrancadinha" - para Aguieira no final do século XVI. 
No capítulo da sua história, o de Aguieira é também recheado de factos que remontam aos tempos da fundação de Portugal, foi vila e sede de concelho, com foral concedido pelo Rei D. Manuel I, por decreto de 6 de maio de 1514. Este título foi mantido durante mais de trezentos anos, tendo sido extinto por decreto de 6/11/1836 com a reorganização administrativa.
  Entende-se que justificava um outro desenvolvimento e abordagem da sua história, porque tal como outras localidades, admite-se sem grandes dúvidas, que tem material de sobra para ser devidamente pesquisado e colocado à tona dos conhecimentos históricos que abundam e, certamente, resultariam num outro panorama da nossa particular identidade.
   Por agora, ficamo-nos por aqui.............
     

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

COISAS DE BAÚS - 9

OS PARTOS NAS AMBULÂNCIAS             

  Com uma impressionante regularidade, somos fustigados diariamente em todos os meios da nossa Comunicação Social com notícias relacionadas com a saúde, nomeadamente no que respeita às especialidades de Obstetrícia, Ginecologia e demais congéneres.
 Tomamos conhecimento das mais inusitadas situações que têm acontecido e vão acontecendo por este país da beira-mar plantado. Somos confrontados com os argumentos políticos que os casos vão suscitando, a respeito, nos «profissionais» da nossa praça. E as situações em vez de diminuir vão aumentando provocando, - «vê-se a olho nu» - uma preocupação pelas consequências nefastas que têm originado.
   Andávamos por aqui a remexer em papéis velhos, (ou papéis antigos? Agora tanto faz!) mantendo o também antigo vício de guardar tudo, na esperança de que um dia seja aproveitado para recordar ou para qualquer outro fim, quando encontramos um que, parece, foi por nós redigido a meias com o "Chefe de Redação" (Armor Pires Mota) do semanário Soberania do Povo, de 8 de janeiro de 1993, que relatou um acontecimento precisamente do mesmo género daqueles que agora nos são presenteados, passado na freguesia com uma pessoa do lugar de Brunhido, neste caso sem consequências...
    Neste mesmo apontamento verificamos (do que já não nos lembrávamos) que foi 'lavrada a nossa tomada de posse' como CORRESPONDENTE daquele semanário na freguesia de Valongo do Vouga.
       Pela curiosidade, aqui deixamos esta nota coincidente com o que se passa na atualidade. Esperamos que a digitalização esteja e seja legível. Cremos que ao clicar na imagem a mesma aumenta o tamanho facilitando e tornando viável a leitura.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

COISAS DE BAÚS - 8

 GUINÉ - 1963--1965

O JORNAL DA CASERNA

 


    Como foi antecipadamente esclarecido, decorre neste mês de Julho o aniversário da nossa partida e estadia, durante dois anos e um mês, em território Africano da Guiné-Bissau, integrando uma Unidade Militar que, como a história tem clarificado, tinha em vista a manutenção da administração portuguesa, neste e em outros territórios daquele continente. Na sorte que nos coube, como a tantos outros jovens que nos idos anos de 60/70, séc. XX, não escapavam a ter de partir, sem garantias de regresso, para estas paragens Africanas e de outras latitudes do mundo.
    A adaptação, com parcas e minguadas informações sobre tudo o que a tais territórios dizia respeito, havia uma formação e informação, antes da partida, principalmente o que se relacionasse com as doenças tropicais, algumas caraterísticas do seu povo, modo de vida, etc., ministrada por Jovens Aspirantes Oficiais Milicianos promovidos, na data de embarque, a Alferes Miliciano.
    Constituía uma pesada tormenta olhar quase diariamente para o calendário - havia quem riscasse cada dia que ia passando - esperando-se ansiosamente que o tempo corresse mais depressa.
    Depois eram as formas que cada um ia "construindo" os seus passatempos, desde tratar periquitos (e outras aves exóticas) com os espetaculares treinos que se ministravam, conseguindo-se que se apresentassem num evoluído estado de domesticação.
    Além dos macacos, primatas que constituíam as delícias dos seus tratadores que, como se sabe, imitavam com algumas peripécias os gestos e outras atitudes humanísticas. Claro que para além de um vasto conjunto de atividades mediante as possibilidades de cada um, dos seus conhecimentos e dos meios que ao seu redor pudessem deitar mão.
    No caso em apreço, também nos dedicamos a um passatempo e vejam para o que nos deu... publicar um jornal.. a que "vaidosamente" intitulamos Jornal da Caserna.
    O termo "Caserna" é subentendido no edifício que servia de dormitório do pessoal militar. Logo devia exprimir uma orientação de conteúdo que tivesse origem no seu interior. Mas nem sempre foi assim. O seu conteúdo era plasmado por passatempos, redações curiosas socioeconómicas locais. E pretendeu ainda ser cópia de um jornal a sério, tendo ficticiamente, como é notório o cabeçalho com aquele título, o "DIRETOR", ADMINISTRADOR e o EDITOR. Todos identificados elementos integrantes dos quadros daquela Unidade Militar.
    Como isto já vai longo, diremos que aqueles elementos foram por nós convidados, sendo o Diretor "HÉRCULES" o escriturário da Companhia, antagonicamente um "magricelas", o Administrador "MASSINHAS" por ser o homem do "pilim" e o Editor (nós próprios) "ZÉ CANGALHEIRO" porque tinha o propósito de, naquela qualidade, publicar o que fosse mais adequado e que, diga-se em boa verdade, nunca o tivesse feito.
    Há ainda que historiar a forma como começou, como progrediu graficamente, face às técnicas que ainda não existiam, o trabalho, enfim, um ror de coisas que só se avaliam comparando o que temos atualmente com o que naquele tempo ainda era desconhecido. Levanta-se, neste caso, a ponta do véu, referindo que na primeira folha  do tamanho A4, o desenho inserido no cabeçalho, da autoria do Alferes Armando Augusto Geraldes Soares, retrata a frente, junto da estrada, do aquartelamento que ocupamos em INGORÉ.
    A estas recordações voltaremos...

domingo, 30 de março de 2025

IMAGENS DA MINHA TERRA - 5

 

O PITORESCO DOS SINAIS DE TRÂNSITO

    

           Foto obtida com equipamento SONY a350. 
Localização: Rua Chão de Pedra - Carvalhal da Portela
Entroncamento desta com o antigo acesso a este lugar, atual toponímia 
de Rua Principal. É claro! Aqui mesmo frente à porta..
      
        Com efeito é na realidade um sinal de trânsito! Mas porque diabo havia de cair aqui, num post blogueiro, um sinal de trânsito?     
        E logo o sinal que "manda" parar, sem necessidade de fazer qualquer outra coisa, os nossos abundantes condutores, quer profissionais, amadores, de ocasião - estes referem-se evidentemente aos automobilistas de ligeiros, de pesados, de passageiros e sei lá mais quê! Este sinal aplica-se ainda aos motociclistas, aos condutores-montados em velocípedes com motor e sem motor, não sendo esquecidos os condutores de "bestas" que os há por aí nem sempre devidamente "sinalizados".
Então, perguntará o amigo visitador deste "local cibernauta": Para quê tanta conversa à volta de um sinal de trânsito?
            Há sempre um motivo: Uma máquina fotográfica - por sinal até parece jeitosa (!) - , que há muito não era utilizada, entendeu-se dar-lhe uns momentos de atividade e fomos por aqui perto tirar umas fotos das quais resultou esta e mais algumas que ficarão para próxima oportunidade.
            E, finalmente, o grande mistério, que não o é, consiste em colocar uns chistes que toda a gente conhece, como consequência das letras que o sinal possui. E então temos;
            
            STOP - Se Tens Olhos Pára
            STOP - Se Tens Oportunidade Pira-te (ou Passa)

         É assim que se brinca com um dos sinais de trânsito que muitos engulhos tem causado, precisamente porque nem sempre é respeitado.
           Estamos crentes que já conhecia esta anedota, que em muitos casos, em vez da risota, tem custado dissabores desagradáveis. Fica a intenção brincalhona. Até à próxima foto, com outras histórias que as mesmas venham a sugerir.



sexta-feira, 21 de março de 2025

IMAGENS DA MINHA TERRA - 4

 UMA REPRODUÇÃO -UMA RECORDAÇÃO 



A fotografia aqui exposta foi obtida há bastante tempo. O que se pretendeu recordar, como é fácil concluir, foi uma fonte que existiu no lugar da Veiga. Para isso, a consumação da reposição recordatória foi da autoria do conterrâneo ali residente, Élio Dias de Oliveira.

O Élio, um hábil artífice da madeira, como é sobejamente conhecido, num talvez assomo das suas  capacidades, lembrou-se de fazer, em madeira, o que foi o antigo fontenário. O local é fácil de identificar.

Um pequeno e singelo apontamento do que pode constituir um contributo de embelezamento urbanístico de um local.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

COISAS DE BAÚS - 3

 O «CIVISMO» DOS OUTROS ANIMAIS

Em fevereiro de 1998, da nossa autoria, publicámos um apontamento com aquele título, no jornal paroquial «Valongo do Vouga». Como se tivesse achado alguma piada à fotografia, assim foi que se registou este facto cá em casa. Com efeito, um felino que existiu na  minha (nossa) companhia passou a ter um comportamento assaz curioso e, de máquina fotográfica em punho, lá andámos algum tempo até que se conseguissem reunir as condições ideias para concretizar o desejo de obter  uma imagem adequada, que se pode ver aqui ao lado. E  o texto que serviu de apresentação e explicação, foi este:

«Muitos animais, nomeadamente aqueles que andam na vertical, sob dois suportes que se chamam membros inferiores, terão, nalguns casos da sua vida, menor instinto cívico que outros que se suportam a quatro.
Na realidade, a foto tirada em casa da nossa freguesia e que, para ser obtida deu algum trabalho e  mostra (sem dúvidas) uma gata que, quando sente mais fortes as necessidades fisiológicas, não suja nem provoca a imundície que por aí se vê em muitos lados, conspurcando o ambiente,  como o fazem uma grande parte de humanos. Vai ao WC lá de casa, vira-se para o lado correto e vá de se «aliviar». 

Como estamos em tempos de recordações, não deixamos de partilhar «esta coisa» com os «visitadores» cibernautas.


domingo, 15 de dezembro de 2024

IMAGENS DA MINHA TERRA - 1



Das muitas imagens de vários locais da freguesia, o arquivo informático de que somos portadores é, em certa medida, muito abundante. Por isso, podemos admitir que se pode produzir uma extensa amostra que aqui pode ser apreciada. Admitimos até que, nalguns casos, podem constituir algumas surpresas agradáveis.
Ficamos com esta primeira amostragem do cata-vento que existiu em Agueira ali no centro do lugar. Outras mais imagens se seguirão que, a seu tempo, serão aqui divulgadas. 


Ao voltar a esta página, constata-se que a imagem reproduzida é antiga. Para além disso, apresenta-se algo disforme e já com visíveis e acentuados sinais de deterioração. Admitimos que deveria existir uma outra imagem, mais antiga e mais condizente com aquilo que foi um catavento em aceitáveis condições. Foi encontrada e aqui se reproduz